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Gesto silencioso de monges budistas a menino não verbal com autismo viraliza na Carolina do Norte

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Monge budista comove ao colocar pulseira em menino autista durante peregrinação na Carolina do Norte (Foto: Instagram)

Samantha Bray e sua família, residentes no bairro Wake Crossroads, em North Raleigh, vivenciaram um momento inesperado e comovente quando encontraram um grupo de monges budistas em caminhada pela Carolina do Norte. A cena mais marcante envolveu o filho de Samantha, o menino Vincent, de 9 anos, que não fala devido ao autismo e costuma recusar qualquer toque no pulso. Um vídeo amador registrou o gesto suave de um monge colocando uma pulseira em Vincent — cena que hoje conta mais de 1 milhão de visualizações.

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De acordo com WRAL News, o grupo de monges segue um trajeto de caminhada pela região central do estado como parte de uma peregrinação pela paz. A família de Samantha se posicionou na calçada, acompanhada por vizinhos e curiosos, para ver os visitantes contemplativos. Conforme eles se aproximaram, percebeu-se que aquela simples oferenda carregava significado profundo — tanto espiritual quanto emocional.

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Quando um dos monges parou diante de Vincent, curvou-se com respeito e amarrou cuidadosamente uma pulseira colorida em seu pulso. Para Samantha Bray, aquela pequena ação foi especialmente emocionante, pois o filho raramente permite que alguém coloque algo em seu braço — nem mesmo familiares conseguem convencê-lo. A delicadeza do monge e a calma contagiante do momento surpreenderam a todos.

Ao compartilhar a gravação no Facebook, Samantha destacou que ver Vincent permanecer sereno e presente durante o gesto foi extraordinário. “Ele aceitou a pulseira e ficou tranquilo, como se entendesse a intenção”, relatou Bray. A mãe enfatizou que, para uma criança com autismo não verbal, a tolerância ao toque é um grande passo e um sinal de inclusão genuína.

O vídeo original foi repostado pela organização Walk for Peace e, rapidamente, ganhou repercussão em redes sociais. O clipe supera a marca de 1 milhão de visualizações e angariou comentários de pessoas como Samantha, que agradecem pela mensagem de empatia. A inclusão de Vincent naquele breve encontro ressalta a importância de reconhecer e acolher famílias de crianças com autismo.

Em um contexto histórico, a prática de monges budistas de percorrer cidades a pé tem raízes na tradição de caminhadas meditativas, chamadas “tún taka”, nas quais cada passo simboliza atenção plena. O ato de oferecer pulseiras ou fios sagrados ao público, em muitos países asiáticos, representa bênção e conexão espiritual. Já o autismo não verbal corresponde a uma condição em que a criança tem dificuldade de comunicação oral, demandando sensibilidade ao toque e ao ambiente.

Embora a peregrinação dos monges tenha seguido para outras cidades para completar sua jornada pela paz, Samantha Bray afirma que aquele breve momento ficará guardado para sempre. “A presença daqueles monges e o amor que depositaram no Vincent nos mostraram um exemplo de humanidade e inclusão que levaremos em nossos corações”, concluiu ela.

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