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Estudo aponta centralização política e foco diplomático no Sul Global durante governo Trump

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Presidente brasileiro observa cenário internacional em meio a mudanças na diplomacia dos EUA. (Foto: Instagram)

Um levantamento recente identificou uma forte centralização das decisões no núcleo político da administração de Donald Trump, atual presidente dos Estados Unidos. O estudo destaca que a articulação com o Congresso tem sido constante, com o presidente e sua equipe mais próxima concentrando o poder decisório em temas estratégicos da política interna e externa.

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Além disso, a política externa dos EUA sob Trump tem priorizado relações com países do Sul Global. A diplomacia norte-americana tem buscado ampliar parcerias com nações da América Latina, África e Ásia, em uma tentativa de reposicionar os Estados Unidos como um ator influente em regiões historicamente negligenciadas.

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Segundo os autores do estudo, essa abordagem reflete uma estratégia de diversificação de alianças internacionais, ao mesmo tempo em que reduz a dependência de parceiros tradicionais da Europa e do Oriente Médio. A diplomacia de Trump também tem sido marcada por uma retórica mais pragmática, com foco em acordos bilaterais e interesses comerciais.

No campo interno, a centralização das decisões no núcleo político da Casa Branca tem gerado críticas por parte da oposição, que vê riscos à transparência e ao equilíbrio entre os poderes. Ainda assim, o governo tem mantido canais ativos com o Congresso, especialmente para a aprovação de projetos prioritários.

A pesquisa também aponta que essa concentração de poder tem permitido uma resposta mais ágil a crises e uma maior coerência nas políticas adotadas. Contudo, especialistas alertam para o risco de enfraquecimento das instituições democráticas a longo prazo.

Outro ponto destacado é o papel crescente de assessores próximos ao presidente na formulação de políticas, reduzindo a influência de órgãos técnicos e tradicionais do governo. Essa mudança tem impactado a forma como os EUA se posicionam globalmente.

Por fim, o estudo conclui que a administração Trump tem adotado uma postura mais assertiva e centralizada, tanto na política doméstica quanto na internacional, com efeitos ainda em avaliação por analistas e diplomatas.

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