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Nas redes sociais, muitos questionaram a experiência de quem é vista, sobretudo, como criadora de conteúdo digital. Segundo apurado, boa parte das críticas girou em torno da falta de vínculo prévio com os bastidores do samba, mas a própria interessada garantiu que tem estudado a história da escola e se dedicado a ensaios técnicos para não destoar do restante da bateria.
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Virginia Fonseca explicou que, para compor a fantasia, trabalhou em parceria com a equipe de figurino da Grande Rio e buscou inspiração nos elementos que representam a escola de samba. Ela disse que a produção traz pedrarias, aplicações de tule e um corte pensado para valorizar o movimento, sem perder o brilho tradicional dos desfiles da Sapucaí.
A Acadêmicos do Grande Rio, fundada em 1988 e sediada em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, tem como marca as alegorias vistosas e sambas-enredo que misturam crítica social com homenagens culturais. A figura da rainha de bateria é fundamental para atrair atenção do público e imprensa; normalmente, essa função fica a cargo de personalidades com grande apelo midiático.
O papel da rainha de bateria remonta aos primeiros carnavais do século XX, quando a presença de destaques em trajes luxuosos ajudava a excitar o público e anunciar o ritmo da escola. Hoje, a escolha recai tanto sobre artistas consagrados quanto sobre influenciadores que se tornaram símbolo de uma nova forma de conectar o Carnaval com plataformas digitais.
Para a estreia de Virginia Fonseca, o clima é de expectativa: especialistas em Carnaval destacam que a energia de quem ocupa esse posto pode elevar o desempenho da ala de compositores e percussionistas. Agora resta aos espectadores conferir se a rainha conseguirá, de fato, unir tradição e inovação em sua primeira passagem pela Marquês de Sapucaí.











