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Memorando de entendimento sobre terras raras e minerais críticos é o primeiro do tipo assinado pelo Brasil com outro país

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Lula e Modi assinam memorando sobre terras raras (Foto: Instagram)

O Brasil assinou o primeiro memorando de entendimento voltado especificamente para terras raras e minerais críticos em parceria com outro país, marcando uma nova etapa na estratégia nacional de valorização de recursos estratégicos. Este acordo estabelece bases para troca de informações, pesquisas conjuntas e desenvolvimento de projetos que envolvem exploracão, processamento e comercialização desses insumos essenciais à indústria de alta tecnologia. Com isso, o país busca fortalecer sua posição no mercado global e diversificar suas parcerias internacionais na área de mineração.

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O termo “terras raras” refere-se a um grupo de 17 elementos da tabela periódica, como neodímio, praseodímio e lantânio, utilizados em ímãs para turbinas eólicas, catalisadores automotivos e componentes de smartphones. Já os minerais críticos englobam substâncias cujas cadeias de fornecimento são consideradas vulneráveis, seja pela concentração geográfica de produção, seja pelas dificuldades técnicas de extração. A aliança criada pelo memorando de entendimento busca aprimorar o conhecimento científico sobre essas matérias-primas, ao mesmo tempo em que promove práticas de extração mais sustentáveis e eficientes.

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A iniciativa do Brasil ocorre em um momento no qual várias economias procuram reduzir a dependência de fornecedores tradicionais e ampliar o acesso a recursos estratégicos. Com vastas reservas de elementos como tântalo, nióbio e terras raras ainda pouco exploradas em território nacional, o país tem potencial para se tornar um fornecedor relevante no mercado mundial. O memorando de entendimento estabelece um marco regulatório compartilhado que poderá acelerar investimentos em infraestrutura, laboratórios de pesquisa e formação de mão de obra especializada.

Geopoliticamente, o memorando de entendimento reforça o papel do Brasil como alternativa a países que dominam hoje a produção de minerais críticos. A estratégia inclui, além de estudos geológicos e ambientais, a troca de tecnologia para beneficiamento dessas substâncias, reduzindo gargalos logísticos e custos produtivos. Dessa forma, o país pode se inserir de maneira mais competitiva em cadeias de valor ligadas a setores de energia limpa, telecomunicações, eletrônica de consumo e defesa.

Nos próximos meses, representantes do Brasil e do outro país deverão instalar comitês técnicos para definir cronogramas de pesquisa, criação de centros de testes e programas de capacitação. Especialistas nacionais esperam que o memorando de entendimento resulte em acordos comerciais de longo prazo, atraia investimentos estrangeiros e contribua para o desenvolvimento sustentável de regiões mineradoras. Ao firmar esse primeiro documento de cooperação, o Brasil dá um passo significativo rumo à diversificação de seus parceiros e ao fortalecimento de sua indústria mineral.

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