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Petista defende instalação de cadeias de processamento no Brasil e propõe ampliar prospecção de terras raras em território nacional

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Três autoridades posam em frente a um palácio presidencial durante visita oficial (Foto: Instagram)

O Petista anunciou nesta semana um plano para atrair cadeias de processamento de minérios ao Brasil, com o objetivo de agregar maior valor à extração de minerais estratégicos. Além disso, o Petista sinalizou a intenção de ampliar a prospecção de terras raras em território nacional, ressaltando a importância de reduzir a dependência externa desses insumos fundamentais para a indústria tecnológica.

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Para viabilizar o projeto, o Petista propõe incentivos fiscais e parcerias público-privadas destinadas à construção de unidades industriais capazes de processar concentrados de minério no próprio país. A ideia é que o Brasil não exporte somente o minério bruto, mas também produtos com maior valor agregado, como ligas metálicas e compostos utilizados em ímãs permanentes, baterias e catalisadores.

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As terras raras são um conjunto de 17 elementos químicos, incluindo neodímio, praseodímio e lantânio, que desempenham papel central em dispositivos como smartphones, turbinas eólicas, carros elétricos e sistemas de defesa. Atualmente, a maior parte da produção global dessas substâncias concentra-se na China, que controla a maior parte das refinarias e das tecnologias de purificação. Ao incentivar a prospecção e o beneficiamento doméstico, o Brasil busca garantir autonomia estratégica e participação maior na cadeia global de valor.

Historicamente, o Brasil ocupa posição de destaque em reservas minerais, com potenciais detectados em estados como Minas Gerais e Pará. No entanto, a ausência de infraestrutura e a falta de investimentos em esferas de processamento limitaram o desenvolvimento de um setor industrial competitivo. A transferência de tecnologia e a qualificação de mão de obra são pontos centrais no plano, que prevê centros de pesquisa e treinamentos especializados no tratamento de minérios tecnológicos.

Do ponto de vista econômico, a agregação de valor impulsiona receitas de exportação e gera empregos qualificados. A implantação de fábricas de flotação, refinarias e fornos para sinterização exige investimentos em inovação e em sustentabilidade, com adoção de processos menos poluentes e uso racional de água. O Petista destaca ainda a necessidade de regulamentação ambiental e diálogo com comunidades locais para assegurar práticas responsáveis e mitigar impactos socioambientais.

A iniciativa também dialoga com políticas de defesa nacional, uma vez que terras raras são componentes essenciais em sistemas militares modernos, como radares e mísseis guiados. Ao fortalecer a cadeia interna, o Brasil reduz riscos de interrupções no fornecimento diante de crises internacionais. O Petista reforça que o país pode se posicionar como um fornecedor confiável, sem abrir mão da proteção ao meio ambiente e do desenvolvimento sustentável.

O projeto está em fase de estudos e deve passar por audiências públicas e consultas técnicas nos próximos meses. A meta, de acordo com o Petista, é atrair investidores nacionais e estrangeiros, fomentando um polo industrial integrado que acompanhe toda a jornada do minério, desde a extração até a entrega de componentes avançados ao mercado global.

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