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Paquistão ataca Cabul e Kandahar após ofensiva afegã na fronteira deixando dezenas de mortos e feridos

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Homem inspeciona escombros de edifício atingido por bombardeio paquistanês em Cabul (Foto: Instagram)

O Paquistão lançou ataques aéreos e de artilharia nas cidades de Cabul e Kandahar, no Afeganistão, reagindo a uma ofensiva afegã ao longo da fronteira comum. Dezenas de soldados e civis morreram ou ficaram feridos em meio às trocas de fogo, segundo comunicados oficiais de Islamabad e de autoridades em Cabul.

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A ação militar de retaliação veio logo após a escalada de confrontos na faixa fronteiriça, onde unidades do Exército afegão avançaram contra posições paquistanesas. A ofensiva afegã buscava conter infiltrações e ataques de grupos armados transfronteiriços, mas acabou provocando uma resposta imediata do lado paquistanês, que mobilizou aeronaves de combate e obuses para bombardear alvos em Cabul e em Kandahar.

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Cabul, capital do Afeganistão, e Kandahar, segunda maior cidade do país e ponto estratégico no sul, tiveram seus bairros residenciais e rodovias secundárias atingidos por projéteis. As autoridades locais relatam destruição de casas e edifícios públicos, além de interrupções no fornecimento de energia elétrica e serviços de telecomunicações em várias áreas urbanas.

A fronteira entre Paquistão e Afeganistão cobre milhares de quilômetros de terreno montanhoso e é conhecida por ter sido palco de tensões históricas desde meados do século XX. Durante décadas, houveram embates pontuais envolvendo militantes, contrabandistas e forças governamentais de ambos os lados, motivados por disputas territoriais, rivalidades étnicas e pressões de grupos extremistas.

O contexto atual agrava ainda mais essa dinâmica, pois a ofensiva afegã na fronteira indicou uma tentativa de interromper rotas de abastecimento insurrecionais e de cruzar para o lado paquistanês. Em resposta, o Paquistão alegou ter sofrido violações de seu espaço aéreo e disparos contra suas posições, justificando o bombardeio em Cabul e Kandahar como medida de legítima defesa.

Especialistas em segurança regional destacam que o episódio eleva o risco de escalada militar entre os dois países, capazes de arrastar toda a região do Sul da Ásia para um conflito mais amplo. O impacto humanitário também se mostra significativo, com deslocamentos internos de famílias afetadas pelas explosões e falta de acesso a cuidados médicos nos locais atingidos.

A comunidade internacional tem monitorado o desenrolar dos ataques, pedindo contenção e diálogo diplomático para evitar que a tensão bilateral prejudique a estabilidade regional. Enquanto isso, o Paquistão se comprometeu a manter a vigilância na fronteira e o Afeganistão reforçou o alerta de suas tropas em torno de Cabul e Kandahar, em clima de incerteza sobre os próximos desdobramentos.

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