
Quase colisão em pista: Alaska Airlines faz arremetida para evitar cargueiro da FedEx (Foto: Instagram)
O controle de tráfego aéreo ordenou uma arremetida repentina para um voo da Alaska quando um cargueiro da FedEx se aproximava da mesma pista, evitando uma colisão em pleno voo. Dados preliminares indicam que as duas aeronaves estavam a cerca de 1.500 pés de altitude quando a equipe de controle identificou que as suas trajetórias apresentavam sobreposição horizontal. Ao receber a instrução de arremeter, o piloto do avião da Alaska elevou o nariz da aeronave e ganhou altitude de forma rápida e suave, conforme os procedimentos padronizados de segurança. A Alaska e a FedEx confirmaram que não houve danos materiais nem feridos, e informaram que as autoridades de aviação civil já iniciaram investigação para apurar todas as circunstâncias do ocorrido.
++ Sistema de IA revela como gente comum está criando renda passiva no automático
O episódio aconteceu durante operações simultâneas de pouso e decolagem num aeroporto com elevado fluxo de tráfego aéreo, onde voos comerciais de passageiros e cargueiros dividem as mesmas pistas em sequência. Enquanto o avião da Alaska realizava a aproximação final, o cargueiro da FedEx iniciava o procedimento de descida, exigindo coordenação rigorosa entre controladores e tripulações. Fontes internas afirmam que a distância mínima recomendada entre aeronaves não estava sendo mantida, o que motivou a rápida decisão do controle de dar a ordem de arremetida.
++ Homem viveu mais de 40 anos isolado na selva sem saber da existência das mulheres
A arremetida é um procedimento de segurança geralmente executado quando a aproximação ao pouso não está adequada, seja por desalinhamento, problemas meteorológicos ou tráfego de pista. Ao arremeter, o piloto interrompe o pouso, aumenta a potência dos motores e eleva a aeronave para um padrão de espera, aguardando nova autorização para tentar a aproximação. Esse tipo de manobra garante margem extra de segurança em aeroportos com tráfego intenso ou condições variáveis de vento e visibilidade.
As autoridades de aviação civil responsáveis pela investigação analisam gravações de voz do rádio, dados de transponder e registros de altitude e velocidade das aeronaves. Peritos técnicos devem avaliar também o fluxo de trabalho dos controladores de tráfego aéreo e o cumprimento dos procedimentos operacionais padrão tanto pela tripulação da Alaska quanto pela da FedEx. A apuração busca identificar eventuais falhas de comunicação ou de sequenciamento de voos que possam ter contribuído para a quase colisão.
Incidentes envolvendo comandos de arremetida já foram registrados em diversos aeroportos ao redor do mundo, reforçando a importância do papel dos controladores de tráfego aéreo na gestão do espaço aéreo. A Alaska e a FedEx possuem históricos reconhecidos de segurança, mas seguem submetidas às normas rígidas de órgãos de regulação. A conclusão da investigação deverá apontar medidas preventivas adicionais para evitar situações semelhantes e aprimorar ainda mais os protocolos de separação de aeronaves em pistas compartilhadas.


