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Sam Altman da OpenAI fala sobre o impacto da IA no mercado de trabalho

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Sam Altman destaca riscos e oportunidades da IA no mercado de trabalho (Foto: Instagram)

A discussão sobre a substituição de trabalhadores humanos por inteligência artificial já é antiga, mas geralmente é marcada por previsões imprecisas e prazos longínquos. Recentemente, Sam Altman, cofundador e CEO da OpenAI, trouxe esclarecimentos sobre quais empregos estão em maior risco no presente e como a sociedade será impactada por essa tecnologia. Em um evento em Washington D.C. com Michelle Bowman, vice-presidente do Federal Reserve, Altman abordou o panorama atual e as expectativas para o futuro próximo.

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“Eu nunca testemunhei uma revolução tecnológica como esta”, declarou Altman, especialista em IA. Ele mencionou que “novas categorias de empregos surgirão” com o avanço do sistema. Altman mostrou-se otimista em relação ao campo da programação e ao crescimento de pequenas empresas.

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Os dados indicam que programadores estão se tornando dez vezes mais eficientes com a ajuda da IA. Paralelamente, os salários desses profissionais no Vale do Silício estão aumentando rapidamente, devido à alta demanda por novos softwares.

Pequenas empresas também devem crescer com o avanço da tecnologia. Altman relatou o caso de um motorista da Uber que agora administra seu negócio com o ChatGPT. Ele usa a ferramenta para elaborar contratos, responder e-mails de suporte, cuidar do marketing e gerenciar anúncios. Segundo o empresário, sem a IA, sua empresa não sobreviveria, já que ele não tinha recursos para contratar especialistas.

Impacto no suporte ao cliente e produtividade
Ao ser questionado sobre as ocupações mais ameaçadas, Altman foi direto. Ele afirmou que funções de suporte ao cliente serão “totalmente, totalmente extintas” com a evolução da inteligência artificial. Essa transformação já está em andamento, alterando a interação do consumidor com as marcas.

“Agora você liga e a IA responde. É como uma pessoa extremamente inteligente e eficiente”, explicou Altman sobre o atendimento ao cliente via IA. “Não há menu de opções, nem transferências. Ela pode fazer tudo que um agente de suporte naquela empresa poderia.”

Estatísticas mostram que cerca de 30% das empresas nos EUA já substituíram funcionários por ferramentas de IA. A previsão é que esse número chegue a 38% até o final de 2025, refletindo a busca por eficiência em setores que utilizam processamento de dados e comunicação padronizada.

O futuro da robótica e do trabalho físico
Para aqueles em funções físicas, como construção e hospitalidade, Altman trouxe alguma tranquilidade, pelo menos a curto prazo. Ele destacou que atividades no mundo físico continuarão a ser realizadas por humanos, pois a complexidade de replicar a mobilidade e o discernimento humano ainda protege essas áreas.

“Quando a robótica ganhar força em 3 a 7 anos, isso será um grande desafio para a sociedade”, previu Altman. Ele acredita que o impacto nos trabalhos manuais será o próximo grande desafio após a consolidação da IA nos setores administrativos e de software.

Apesar das avançadas capacidades da IA em diagnósticos médicos, Altman acredita que o setor de saúde continuará centrado no humano no futuro próximo. A necessidade de empatia e supervisão clínica mantém esses profissionais menos vulneráveis à tecnologia. A transição para uma economia assistida por robôs é vista como um processo gradual, começando pelo digital e avançando para o mecânico.

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