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Identificação de restos mortais encerra mistério de desaparecimento de bancário nos EUA

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Praia de Salmon Creek, na Califórnia, palco da descoberta (Foto: Instagram)

A descoberta de um pé humano em uma praia isolada nos Estados Unidos, em 2022, solucionou um mistério que durava mais de vinte anos. Os restos mortais eram de Walter Karl Kinney, um bancário que desapareceu sem deixar rastros em agosto de 1999. Na época do desaparecimento, Kinney tinha 59 anos e sua família alertou as autoridades logo após perder contato com ele.

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O caso teve um primeiro avanço ainda em 1999. Naquele ano, uma perna foi encontrada perto de Bodega Head, na costa norte da Califórnia, a apenas oito quilômetros de onde novas evidências surgiriam anos depois. As limitações técnicas da época impediram uma identificação precisa. Os investigadores tinham como principal pista um sapato de caminhada tamanho 44, mas não conseguiram associar o item ao bancário desaparecido.

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Em 2003, a investigação ganhou novo impulso. A filha de Kinney pressionou as autoridades para que revisassem os registros médicos do pai. Com uma análise detalhada dos raios X dos pés do bancário, os peritos conseguiram confirmar que os restos encontrados dentro do sapato anos antes pertenciam a Walter. Assim, ele foi oficialmente declarado morto, embora o corpo completo nunca tenha sido encontrado.

O caso parecia encerrado até junho de 2022. Uma família, enquanto caminhava pela praia de Salmon Creek, na Califórnia, em busca de conchas, encontrou algo inesperado. Enterrado na areia, eles avistaram um osso que parecia humano. A polícia foi chamada e os restos mortais foram coletados para análise forense. Por um tempo, esse novo fragmento foi registrado apenas como um “John Doe”, termo usado para pessoas não identificadas.

A reviravolta ocorreu quando o DNA Doe Project, uma organização sem fins lucrativos, começou a trabalhar com o Gabinete do Xerife do Condado de Sonoma. Usando genealogia genética investigativa, a equipe conseguiu perfis de DNA que ligaram o osso encontrado em 2022 diretamente a Walter Karl Kinney. O teste confirmou que o material biológico era uma correspondência perfeita com o indivíduo identificado em 2003.

O trabalho conjunto entre cientistas e a polícia permitiu entender que partes diferentes do mesmo homem foram levadas pela maré para locais próximos em intervalos de vinte anos. Traci Onders, líder da equipe do DNA Doe Project, comentou sobre a raridade do evento. “Este caso foi incomum. Não é comum vermos alguém acabar como um John Doe duas vezes. Mas, graças à genealogia genética investigativa, conseguimos resolver este mistério e fornecer algumas respostas a todos os envolvidos neste caso”, afirmou Traci.

O grupo também emitiu um comunicado agradecendo aos parceiros envolvidos, como o Gabinete do Xerife de Sonoma, a Genologue para o sequenciamento e a Astrea Forensics para a bioinformática.

O Gabinete do Xerife de Sonoma também se manifestou sobre a conclusão do processo de identificação. “Obrigado ao DNA Doe Project por nos ajudar a dar um nome aos restos humanos encontrados na praia de Salmon Creek. Valorizamos esta parceria enquanto continuamos trabalhando juntos para identificar restos encontrados no Condado de Sonoma”, declarou o departamento.

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