
Assento ejetável de caça F-15 americano encontrado no solo do sul iraniano (Foto: Instagram)
Um caça F-15 dos Estados Unidos foi derrubado no sul do Irã, intensificando as tensões militares na região desde o final de fevereiro. O incidente ocorreu após um ataque conjunto de forças americanas e israelenses no território iraniano. A CBS News foi a primeira a reportar a queda, enquanto a mídia estatal iraniana creditou a ação às suas forças de defesa.
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Logo após o incidente, os Estados Unidos lançaram uma operação de busca e salvamento na província de Khuzestan. Imagens nas redes sociais mostraram aeronaves de reabastecimento e helicópteros voando baixo na área, um procedimento padrão em missões de resgate de tripulantes em zonas de conflito.
Autoridades americanas confirmaram que um dos tripulantes foi localizado e resgatado com sucesso, mas as buscas continuam para encontrar o segundo membro da tripulação. Este é o primeiro registro de um caça dos EUA abatido no espaço aéreo iraniano desde o início das hostilidades em fevereiro.
A Casa Branca, por meio da secretária de imprensa Karoline Leavitt, informou que o presidente Donald Trump já foi atualizado sobre a situação e está acompanhando as buscas no Oriente Médio. O Pentágono ainda não divulgou detalhes sobre o sistema de defesa usado para derrubar o jato.
O presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, ironizou a estratégia militar americana nas redes sociais. Em sua publicação na plataforma X, ele questionou os objetivos da campanha em relação aos resultados obtidos.
Ghalibaf comentou: “Depois de derrotar o Irã 37 vezes seguidas, esta brilhante guerra sem estratégia foi rebaixada de ‘mudança de regime’ para ‘Ei! Alguém pode encontrar nossos pilotos? Por favor?'”. A declaração reflete a postura de desafio do Irã frente à presença militar estrangeira em suas fronteiras.
As operações aéreas na província de Khuzestan continuam sob vigilância internacional, enquanto os EUA tentam resgatar o último tripulante da zona de risco. A província, localizada no sudoeste do Irã e próxima ao Iraque, tem sido um ponto de intensa movimentação militar nas últimas semanas.


