
Bryan Johnson expõe erro com grama sintética em seu quintal (Foto: Instagram)
Bryan Johnson, o milionário famoso por sua busca incessante pela longevidade, recentemente revelou um erro que o deixou irritado. Ele, que segue uma rotina meticulosa envolvendo desde smoothies com nutrientes específicos até terapias de luz vermelha e transfusões de plasma, notou que negligenciou um item comum em sua própria casa. Johnson se descreveu publicamente como um tolo por ter mantido esse objeto em seu quintal por tanto tempo.
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O item em questão é o gramado artificial. Para alguém que investe milhões de dólares anualmente para monitorar cada biomarcador do corpo, a presença de materiais sintéticos em seu ambiente próximo tornou-se um erro inaceitável. O biohacker compartilha cada etapa de sua jornada em suas redes sociais e, desta vez, o foco foi a remoção completa da grama artificial de sua propriedade.
O problema para Johnson vem da composição do material que sustenta as fibras da grama artificial. Geralmente, esse sistema utiliza um enchimento de borracha granulada, feita de pneus reciclados. Segundo o empresário, esse componente libera substâncias químicas que podem ser prejudiciais à saúde humana a longo prazo.
Em uma publicação, Johnson declarou: “Galera, eu sou um idiota. Todo esse tempo tentando não morrer e eu tinha um gramado tóxico no meu quintal”. Ele explicou que o material contém PFAS, metais pesados e hidrocarbonetos aromáticos policíclicos. Para o milionário, esses compostos estão associados à interrupção hormonal, carcinogenicidade e inflamação sistêmica.
A preocupação com o ambiente doméstico faz parte da filosofia de Johnson, que busca eliminar qualquer fator de risco que possa acelerar o envelhecimento biológico. Ele já realizou procedimentos extremos, como tentativas de rejuvenescimento de órgãos específicos, e acredita que o contato diário com toxinas ambientais anula parte do progresso obtido com sua dieta e suplementação.
A análise de Johnson sobre a composição do gramado encontra respaldo em relatórios de saúde. O Programa Nacional de Toxicologia dos Estados Unidos confirma que campos de grama sintética padrão utilizam borracha granulada para fornecer amortecimento e tração. Esses materiais de fato contêm substâncias como ftalatos, bisfenol A e metais.
No entanto, as pesquisas apresentam nuances sobre o nível de perigo real. Um estudo do NTP realizado com camundongos que ingeriram o material não encontrou evidências diretas de toxicidade e apontou que os níveis químicos eram muito baixos. Por outro lado, testes com células humanas mostraram que a borracha pode liberar substâncias sob condições específicas, como calor extremo, o que poderia levar à morte celular.
Órgãos como o Escritório de Avaliação de Riscos à Saúde Ambiental já indicaram que não há um risco significativo vindo dos componentes principais dos campos sintéticos em condições normais de uso. Mesmo assim, para Johnson, a simples possibilidade de exposição é suficiente para gerar arrependimento sobre suas escolhas de paisagismo.
Para o milionário, o erro não é apenas sobre o produto químico, mas sobre sua vigilância pessoal. Ele expressou que tenta arduamente observar o mundo em busca de potenciais falhas, mas que desta vez não conseguiu enxergar o que estava diante de seus olhos.
Johnson declarou: “Não sei como deixei passar. Isso me faz questionar minha competência básica na vida. O que me incomoda é que eu me esforço tanto para analisar o mundo em busca de idiotices potenciais. Então, descubro que há um monumento à idiotia sentado bem na minha frente, para o qual eu estava cego”.
A remoção do gramado já foi iniciada como parte de sua estratégia de limpeza ambiental. O empresário continua sua busca para atingir a idade biológica de um jovem, eliminando variáveis externas. Ele finalizou sua queixa mencionando que, embora esteja retirando o material, ainda se sente preso ao problema aparentemente insolúvel de como deixar de cometer erros básicos.


