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Artemis II leva humanos mais longe da Terra do que nunca antes

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Lançamento histórico da missão Artemis II: o foguete SLS parte da Terra rumo à Lua com quatro astronautas a bordo. (Foto: Instagram)

A missão Artemis II alcançou um feito inédito ao transportar humanos a uma distância sem precedentes da Terra. Os astronautas Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen partiram do nosso planeta na quarta-feira, 1º de abril, com destino à Lua.

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Eles são os primeiros a visitar o satélite natural da Terra desde a missão Apollo 17, realizada em 1972. Durante a viagem, a tripulação fez um voo de aproximação pelo lado oculto da Lua e agora segue o cronograma para retorno no dia 10 de abril.

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Até agora, a missão tem transcorrido conforme o planejado, exceto por um problema técnico no banheiro da espaçonave Orion. Um dos momentos mais críticos ocorreu na segunda-feira, 6 de abril, quando os quatro astronautas perderam contato com a NASA por 40 minutos enquanto sobrevoavam a face oculta lunar.

O silêncio no rádio era esperado devido ao bloqueio físico do sinal pelo corpo da Lua, mas o isolamento em uma região tão distante do espaço representa um desafio psicológico e técnico considerável para os envolvidos.

A tecnologia de imagem a bordo é um dos grandes destaques desta expedição. Pela primeira vez, câmeras digitais profissionais foram levadas a uma distância tão profunda no espaço. O kit inclui duas câmeras SLR digitais, sendo uma equipada com lente grande angular e outra com um zoom de alta potência, além de uma câmera mirrorless.

Curiosamente, a tripulação também levou smartphones para a cabine. Diversas fotos do interior da Orion foram registradas com um iPhone 17 Pro Max. No total, a nave carrega 32 dispositivos de captura, incluindo modelos Nikon D5 e GoPros, sendo que 15 dessas câmeras estão montadas permanentemente na estrutura externa do veículo.

O sistema de remuneração da NASA

Apesar do risco extremo e do treinamento rigoroso, o pagamento dos astronautas não segue uma lógica de bônus por periculosidade ou distância percorrida. A NASA remunera seus exploradores espaciais como qualquer outro funcionário público do governo dos Estados Unidos, utilizando uma tabela salarial padronizada chamada General Schedule.

Os astronautas da Artemis II estão enquadrados entre os níveis GS-13 e GS-14. Essa classificação depende do tempo de serviço, das qualificações acadêmicas e da experiência acumulada em missões anteriores.

Para se ter uma ideia da escala, o nível 1 da tabela oferece o pagamento mais baixo, partindo de aproximadamente 30.249 dólares anuais. Já no topo da pirâmide, um funcionário no nível 15 em Washington, onde fica a sede da agência, pode receber entre 169.279 e 197.200 dólares por ano.

No caso dos astronautas que estão agora no espaço, a faixa salarial estimada entre os níveis 13 e 14 varia de 120.000 a 190.000 dólares anuais. Em 2025, a NASA divulgou que o valor médio pago aos seus astronautas era de 152.258 dólares, baseado nas tabelas do ano anterior.

Este valor é tratado pela agência como uma aproximação. Um detalhe que chama a atenção é a ausência de registros claros sobre benefícios adicionais, pagamento de horas extras ou compensações financeiras caso os astronautas precisem permanecer no espaço por mais tempo do que o previsto devido a imprevistos técnicos.

Nicole Stott, astronauta aposentada da NASA, comentou sobre a realidade financeira da profissão ao ser questionada sobre os ganhos. Ela afirmou: “Não é muito”. Stott ainda completou dizendo: “Funcionário público do governo. Você não se torna um astronauta para ganhar muito dinheiro”.

Diferenças internacionais e exigências do cargo

O astronauta Jeremy Hansen, por ser canadense, recebe seu salário de acordo com as normas da Agência Espacial Canadense. Dados de 2023 indicam que a remuneração para os profissionais do Canadá varia entre 97.100 e 189.600 dólares canadenses por ano. Independentemente da nacionalidade, as exigências para ocupar um assento em uma cápsula espacial são vastas e vão muito além do conhecimento técnico em engenharia ou física.

A preparação em solo exige que os candidatos passem por treinamentos intensivos em centros como o Johnson Space Center, em Houston. Lá, eles precisam adquirir proficiência em mergulho autônomo para simular a microgravidade, técnicas de sobrevivência em ambientes extremos, robótica e operação dos sistemas da Estação Espacial Internacional.

A plataforma de empregos Indeed descreve que, além da habilidade técnica, os astronautas precisam exibir “fortes habilidades de pensamento crítico, autodisciplina e adaptabilidade”. Essas características são consideradas essenciais para lidar com ambientes de alta pressão e condições de isolamento total.

O treinamento físico é constante, pois o corpo humano sofre degradação acelerada no espaço, perdendo massa óssea e muscular se não houver uma rotina rígida de exercícios. Além disso, o domínio de protocolos de emergência é testado exaustivamente para que a reação a falhas, como a ocorrida no sistema de comunicação ou no banheiro da Orion, seja automática e precisa.

Tecnologia de ponta e registros históricos

As imagens enviadas pela tripulação da Artemis II já começaram a ser divulgadas pela NASA, revelando detalhes sem precedentes da superfície lunar e da curvatura da Terra vista de uma perspectiva que nenhum humano acessava há mais de cinco décadas. A utilização de câmeras comerciais modernas e smartphones de última geração permite que o público acompanhe a missão com uma clareza visual que as missões Apollo não podiam oferecer.

A agência espacial planeja compartilhar um acervo massivo de fotos e vídeos em alta definição assim que os dados forem processados após o retorno da cápsula. Entre os registros já disponíveis, destaca-se uma visão panorâmica completa da Lua, capturada pouco antes da nave iniciar sua trajetória de volta. A Orion segue em direção ao oceano para o resgate final, encerrando uma jornada que expandiu os limites da exploração humana enquanto os registros financeiros da missão permanecem fixos nas tabelas do funcionalismo público.

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