Lance seu negócio online com inteligência artificial e comece a ganhar dinheiro hoje com iCHAIT.COM

Como as cinzas de Preta Gil foram transformadas em diamante para a família Gil

Date:


O desejo de Preta Gil de transformar parte de suas cinzas em diamantes voltou a emocionar o público após ser relembrado no documentário Preta — Eu Não Ando Só, exibido pela TV Globo e disponível no Globoplay. Além de homenagear a cantora, a produção despertou curiosidade sobre a tecnologia capaz de converter restos mortais em uma pedra preciosa.

++ Nova tendência em IA permite criar conteúdo profissional em poucos minutos

O diamante destinado à família Gil foi produzido integralmente no Brasil. Diferentemente das pedras destinadas aos amigos, o diamante da família teve todas as etapas conduzidas no país, sem que as cinzas precisassem ser enviadas para outro país.

++ Deolane Bezerra desenvolve doença grave na cadeia

Para Mylena Cooper, tanatóloga e especialista em experiências de despedida e memorialização, a repercussão da história ajuda a mostrar como a tecnologia passou a ser incorporada aos rituais de memória.

COMO AS CINZAS SÃO TRANSFORMADAS EM DIAMANTE

De acordo com a especialista, a produção começa com a separação do carbono ainda presente nas cinzas. O material passa por etapas de purificação para a retirada de outros elementos. Depois, o carbono é transformado em grafite e submetido a condições controladas de alta pressão e temperatura, processo conhecido mundialmente como HPHT, que reproduz, no laboratório, o mesmo cenário da natureza na criação de um diamante.

Essas condições permitem reorganizar os átomos de carbono e formar o diamante bruto. A pedra segue então para lapidação, polimento e certificação. O resultado é um diamante de laboratório com propriedades físicas e químicas equivalentes às de uma pedra formada na natureza.

Além do número individual de certificação, o diamante pode receber uma gravação a laser com o nome da pessoa homenageada. A inscrição é microscópica e normalmente só pode ser observada com uma lupa de alta ampliação.

Segundo Mylena, a existência de uma joia não elimina a ausência nem encerra o processo de luto. O valor está na possibilidade de transformar a história vivida em uma referência material, escolhida de acordo com os desejos da pessoa e de seus familiares.

“Humanizar o luto não é negar a dor. É reconhecer que, mesmo diante da morte, ainda existem amor, história e memória”, afirmou.

Share post:

Popular

Notícias
Relacionadas

Estudo indica que remédio de cesárea pode aliviar depressão pós-parto

Recém-nascido é retirado por equipe...

Hannah Crawford cria empresa para ajudar mulheres após separação no Reino Unido

Empoderamento sobre rodas: Hannah Crawford...

Internautas descobrem situação de título de eleitor de famosos como Cláudia Leitte e Rebeca Andrade

Faltando uma semana para o segundo turno das eleições...

Cientistas finlandeses desenvolvem tecido de fungos similar ao couro

Bolsa experimental em ‘couro’ de...