Mário Gomes posou ao lado de Flávio Bolsonaro neste domingo (16/8) e gerou polêmica ao pedir a presença do Exército nas ruas do Rio de Janeiro. No vídeo, o ator, que pretende concorrer a uma vaga de Deputado Federal, discutiu suas propostas para o Estado.
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“Estou aqui com o futuro presidente do Brasil que precisamos, meu Deus do céu. E vamos colocar o Exército na rua para dar um choque de ordem”, iniciou.
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Ele continuou: “Vou pedir a ele para fazer isso e tenho certeza de que ele vai colaborar. O povo vai ficar feliz, vai acabar com o sequestro de crianças, inibir esses caras de matarem as pessoas”, afirmou.
O candidato também recordou um assalto que sofreu, quando homens armados invadiram sua casa: “Entraram na minha casa, foram 7 homens. Uma coisa horrorosa. A minha rua tem até bolão para ver quem será o próximo assaltado”, disse.
“E tem um projeto de educação que vai mudar a inteligência do Brasil. Vou mostrar para ele e ele vai acreditar em mim. Tenho certeza disso”, declarou.
Nos comentários, seguidores zombaram: “Dupla da derrota kkkk. Esse Mário Gomes nem a própria casa conseguiu manter”, escreveu um. “Mario Gomes, volta pra Globo! Ou quer ir pra Brasília? Será que o Mário Gomes entende de política mesmo??? Será???”, questionou outro. “Cara não desiste mesmo 😂😂😂”, riu um terceiro.
No vídeo, Flávio Bolsonaro, candidato à presidência, falou sobre suas propostas: “Precisamos de gente de coragem no Congresso Nacional porque, de verdade, temos que endurecer a lei penal. Temos que reduzir a maioridade penal, tem que botar ladrão de celular na cadeia”, disse.
Ele detalhou mais: “Estamos propondo quadruplicar a pena mínima para ladrão de celular, começando com 8 anos de prisão, vai ficar preso e vai ter que trabalhar para pagar a estadia”, comentou.
Por fim, o político afirmou: “Então, a mentalidade vai ser essa: tratar bandido como bandido porque quem tem que andar em segurança na rua é o povo trabalhador, ordeiro e bandido tem que ter medo de andar na rua. E se enfrentar nossa polícia, vai ser preso ou neutralizado”, concluiu.
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