A Polícia Civil de Santa Catarina requisitou à Polícia Científica os celulares e uma câmera recuperados no local do acidente de helicóptero que vitimou Rick, da dupla com Renner, Bruno Avelar e outras três pessoas.
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A análise dos dispositivos das vítimas, falecidas em 21 de setembro em Urubici, pode ajudar a esclarecer as causas do acidente.
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Conforme a corporação, até o momento, não há elementos que permitam conclusões antecipadas sobre o que provocou a queda da aeronave. As investigações continuam em andamento.
RELEMBRE O CASO
O acidente ocorreu em 21 de setembro, quando o helicóptero Bell 430, prefixo PP-MGR, viajava de Porto Belo para Criciúma.
A previsão era de que o pouso ocorresse às 11h24, mas o helicóptero prosseguiu o voo e o último sinal foi registrado às 11h34. A queda aconteceu cerca de um minuto depois, às 11h35, em uma área de mata em Urubici.
Outro ponto analisado pelas autoridades são as condições climáticas no momento do acidente. Segundo a FAB, havia fortes chuvas, ventos intensos e baixa visibilidade devido à alta nebulosidade na região serrana.
A NOTA DA POLÍCIA CIVIL
“A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia da Comarca de Urubici, foi informada pelo Cenipa, na segunda-feira, 5, sobre a localização de mais dois celulares danificados, que foram recuperados na tentativa de extrair informações, após a quebra do sigilo.
Durante a investigação, também estão sendo feitas diligências para identificar a autoria de uma filmagem feita a partir de um sítio, na qual é possível ouvir um barulho momentos antes da queda do helicóptero.
A Polícia Civil também solicitou à Polícia Científica os aparelhos que estavam com as vítimas no momento da queda, especialmente uma câmera que foi encontrada.
A investigação conduzida pela Polícia Civil terá caráter subsidiário em relação à apuração realizada pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), órgão especializado na investigação técnica de acidentes aéreos e na identificação de suas causas.
A Polícia Civil seguirá realizando as diligências necessárias, no âmbito de suas atribuições legais, para o esclarecimento dos fatos e a apuração de eventual responsabilidade criminal. Até agora, não há elementos que permitam antecipar conclusões sobre as circunstâncias da queda.
Novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço das investigações, desde que não comprometam as diligências em andamento”.


