Saffie Sandford, de apenas 6 anos de idade, viveu uma experiência marcante para qualquer pessoa. Diagnosticada com amaurose congênita de Leber, uma enfermidade rara que prejudica a retina, a pequena tinha grande dificuldade de enxergar em ambientes escuros.
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A limitação impactava diretamente sua rotina, restringindo atividades comuns da infância, especialmente durante a noite. Situações simples, como participar de eventos ou brincar fora de casa após o pôr do sol, exigiam cuidados extras.
Sua realidade começou a mudar em 2025, no Reino Unido, quando Saffie teve acesso a um tratamento inovador. A terapia com Luxturna atua diretamente na causa genética do problema, sendo aplicada nos olhos com o objetivo de melhorar a função visual.
Após o procedimento, os avanços apareceram de forma gradual, mas significativa. Saffie passou a lidar melhor com ambientes de baixa luminosidade e ganhou mais confiança para realizar atividades do dia a dia sem tanta dependência.
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Especialistas destacam que esse tipo de intervenção precoce pode fazer diferença no desenvolvimento visual, já que o cérebro infantil ainda está em fase de adaptação e aprendizado.


