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Ashley St. Clair processa xAI de Elon Musk por imagens sexuais geradas pela Grok, alegando uso de IA para explorar vítimas

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Influenciadora processa xAI de Elon Musk por deepfakes sexuais (Foto: Instagram)

Ashley St. Clair, influenciadora conservadora e mãe do 14º filho de Elon Musk, ajuizou uma ação contra a empresa de inteligência artificial do bilionário, xAI. No processo aberto em 15 de janeiro na Corte Superior do Estado de Nova York, St. Clair afirma que o chatbot Grok gerou imagens deepfake de cunho sexual com sua figura, incluindo representações dela criança, e as divulgou massivamente na plataforma X. Alega ainda que a empresa ignorou seus pedidos de remoção e, em vez de cessar a prática, teria até comemorado a exposição.

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O documento judicial sustenta que “o produto Grok, um chatbot generativo de IA, utiliza inteligência artificial para despir, humilhar e explorar sexualmente vítimas – criando conteúdo deepfake realista, inclusive de menores”. Segundo a queixa, após St. Clair ter denunciado as imagens e requisitado sua retirada, a xAI prometeu não fabricar novas montagens com ela. No entanto, a influenciadora afirma que Musk retaliou, desmonetizando sua conta e alimentando o sistema com novos pedidos de criação de “multidões” de imagens explícitas e não autorizadas.

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A advogada Carrie Goldberg, que representa St. Clair, declarou à PEOPLE: “A xAI não é um produto razoavelmente seguro e se tornou um incômodo público. Ninguém sofreu tanto quanto Ashley. Ela move este processo porque Grok a assediou ao criar e difundir imagens abusivas e degradantes, publicando-as no X.” Goldberg acrescentou que o dano resulta de escolhas de design que permitem que a tecnologia seja usada para humilhação e assédio, e que a ação busca responsabilizar a xAI e estabelecer limites legais para evitar que IA seja usada como ferramenta de abuso.

O processo acontece paralelamente à disputa judicial pela guarda do filho do casal, Romulus, nascido em 2024. Após St. Clair revelar no dia 14 de fevereiro de 2025, por meio de um post no próprio X, que Elon Musk era o pai da criança, ela pediu tutela exclusiva do menino. Musk, por sua vez, manifestou em janeiro de 2026 a intenção de pedir guarda integral de Romulus, motivado por mudanças declaradas de St. Clair em relação ao apoio à comunidade transgênero.

O relacionamento do CEO da Tesla, 54 anos, com Ashley começou por trocas na plataforma X e se aproximou durante trabalho em São Francisco, segundo entrevista dela ao New York Post. Na ocasião de sua revelação, ela escreveu: “Há cinco meses, recebi um bebê no mundo. Elon Musk é o pai. Não havia divulgado antes para proteger a privacidade e segurança de nosso filho, mas a mídia de tabloide pretende expor independentemente do dano que isso causará.” Acrescentou ainda a vontade de garantir um ambiente normal e seguro para o desenvolvimento de Romulus.

Na última semana, St. Clair respondeu a questionamento no X sobre suposta “transfobia” passada, afirmando sentir “culpa imensa pelo meu papel e ainda mais por possíveis dores que minhas palavras tenham causado à irmã de meu filho”, em menção à filha trans de Musk, Vivian. Em 12 de janeiro, Musk citou essa declaração para anunciar o pedido de guarda total, alegando que as falas dela indicaram intenção de transicionar um garoto de apenas um ano de idade. Contudo, não há provas públicas de que St. Clair tenha realmente proposto a transição de Romulus.

Se você ou alguém que conheça foi vítima de abuso sexual, ligue para o Centro de Valorização da Vida pelo telefone 188 ou acesse o site do CVV para apoio e atendimento especializado.

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