
Mãe viraliza ao levar filhos de volta aos anos 90 com pratos de papel e brincadeiras ao ar livre (Foto: Instagram)
Maggie Dietert, uma mãe e criadora de conteúdo de Atlanta, viralizou no Instagram ao compartilhar sua versão de “voltar aos anos 90” para educar os filhos. Em um vídeo que já atingiu milhões de visualizações, ela aparece preparando dois pratos de papel com fatias de maçã e manteiga de amendoim. A proposta era simples: transportar a rotina dos filhos para uma era anterior ao boom digital, resgatando brincadeiras ao ar livre e menos interferência tecnológica.
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No início da gravação, Dietert orienta os filhos em frente a uma casinha de madeira com mesinha de piquenique. “Vamos fingir que é os anos 90, combinado? Vocês moram lá fora agora, não entrem”, instrui a mãe. Quando um deles pergunta se pode voltar à noite, ela esclarece: “Só para dormir ou se sangrar. Fora isso, a brincadeira é aqui do lado de fora como era naquela década”. A naturalidade com que as crianças aceitam a brincadeira reforça como a liberdade antiga ficava restrita pela tecnologia.
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A ideia de fingir viver nos anos 90 surgiu em um momento de necessidade: o marido de Dietert estava viajando e ela buscava um artifício para permitir que a casa fosse limpa sem interrupções constantes. “Li muitos estudos sobre os benefícios do brincar livre ao ar livre para as crianças e achei que essa brincadeira seria perfeita. Eles adoram jogos de faz-de-conta”, conta a mãe, referindo-se aos filhos Coulter, de 10 anos; Sutton, de 7; Crawford, de 6; e Evan, de 4.
Logo depois de experimentar a dinâmica, as crianças passaram a pedir para repetir a atividade com frequência. “Eles querem saber se tal alimento existia nos anos 90, se determinado brinquedo já havia sido inventado”, diverte-se Dietert. As perguntas se estendem a como eram os comerciais e até às músicas no rádio, trazendo curiosidade histórica para um momento lúdico.
Durante todo o dia, as crianças inventaram jogos com galhos, correram pelo quintal e improvisaram circuitos, estimulando a criatividade. A supervisão da mãe foi mínima — apenas para garantir segurança — em um quintal espaçoso que permitiu total liberdade de movimento. “Foi impressionante observar como a imaginação deles floresceu quando foi preciso inventar regras e cenários sem o auxílio de telas.”
Após o sucesso da experiência nos anos 90, Dietert pretende promover novas aventuras no tempo: “Quem sabe um dia de 70 ou de 80. Cada década traz sua própria atmosfera de brincadeira”, planeja. Mas o principal objetivo permanece: reduzir a dependência de celulares e tablets. Para ela, o exagero nas telas faz com que as crianças não aprendam a entreter a própria mente.
A ação de Maggie Dietert ilustra o valor de retornar a práticas simples de convivência e reforça como a brincadeira ao ar livre é fundamental para o desenvolvimento infantil. Propostas assim também resgatam memórias culturais e estreitam o vínculo entre pais e filhos, mostrando que, muitas vezes, basta um prato de papel, um pouco de manteiga de amendoim e muita imaginação para criar momentos inesquecíveis.

