Um composto experimental chamado Dihexa tem atraído atenção de pesquisadores por apresentar potencial de estimular a formação de conexões neurais e, futuramente, contribuir para o tratamento de doenças neurodegenerativas. De acordo com informações divulgadas pelo portal Resumo PB, o peptídeo vem sendo investigado em estudos laboratoriais e pode demonstrar potência significativamente superior ao fator de crescimento natural do cérebro em determinadas condições experimentais.
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Diferentemente de substâncias classificadas como nootrópicos, que atuam principalmente sobre neurotransmissores e produzem efeitos transitórios, o Dihexa tem como proposta agir na estrutura do cérebro. O mecanismo estudado envolve a estimulação de processos relacionados à criação de sinapses, estruturas responsáveis pela comunicação entre neurônios e associadas a funções como memória, aprendizado e raciocínio.
Especialistas apontam que a abordagem representa uma tentativa de intervenção estrutural, voltada à reorganização das conexões cerebrais, em vez de um efeito químico momentâneo. Nesse contexto, pesquisadores avaliam que a estratégia pode, no futuro, abrir novas perspectivas para condições como Alzheimer e outras doenças neurodegenerativas caracterizadas pela perda progressiva de funções cognitivas.
Apesar do interesse crescente, o composto permanece em fase pré-clínica, com estudos restritos a modelos laboratoriais e testes iniciais. Até o momento, não há comprovação definitiva de segurança e eficácia em humanos que permita sua utilização clínica ampla.


