Para muita gente, uma medalha olímpica representa o auge de uma vida inteira de esforço. Para Maria Andrejczyk, ela significava algo a mais. Pouco tempo depois de subir ao pódio nos Jogos Olímpicos de Tóquio e conquistar a prata no lançamento de dardo, a atleta tomou uma decisão que fugia completamente do esperado.
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Em vez de guardar a medalha como símbolo máximo de sua carreira, ela decidiu vendê-la para ajudar a pagar a cirurgia cardíaca do bebê de uma pessoa desconhecida. A criança polonesa nasceu com uma condição rara no coração que compromete a oxigenação do seu corpo.
A única esperança estava em uma cirurgia complexa que precisaria ser realizada nos Estados Unidos, em um hospital ligado à Universidade de Stanford. O problema era o custo do procedimento, já que a família do bebê não tinha condições de arcar com todas as despesas. Foi aí que Andrejczyk entrou de forma decisiva e sem hesitar, colocou sua medalha em leilão.
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Com a repercussão, as doações cresceram. A campanha, que antes parecia distante de alcançar a meta de aproximadamente 330 mil euros, passou a ganhar força real, chegando perto de três quartos do valor necessário em pouco tempo. O governo da Podláquia, ficou comovido com a atitude de Andrejczyck e prometeram dar uma réplica da medalha para a atleta após ela ter se desfeito do prêmio para ajudar uma família necessitada. Uma história que inspira e demonstra o amor das pessoas.


