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Paraplégica após acidente grave, jovem de 23 anos volta a mexer as pernas após receber dose de Polilaminina

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Eduarda Atkinson, de 23 anos, moradora de Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina, emocionou seguidores ao mostrar um avanço em sua recuperação após ficar paraplégica em decorrência de um grave acidente sofrido em janeiro deste ano. Em um vídeo publicado nas redes sociais, ela revelou que conseguiu voltar a movimentar uma das pernas após passar por um procedimento com polilaminina.

O registro foi compartilhado nove dias após a aplicação da substância, realizada no Hospital Unimed de Foz do Iguaçu, no Paraná. A cirurgia aconteceu cerca de dois meses depois do acidente que mudou completamente sua rotina. Segundo informações divulgadas, este foi o segundo procedimento com polilaminina realizado na unidade e o terceiro em um paciente catarinense.

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Ao publicar o vídeo, Eduarda explicou que o movimento ainda foi sutil, mas representou um marco em sua recuperação. “Hoje eu consegui movimentar minha perna, mesmo que de forma bem sutil… com ajuda, com esforço… mas consegui. E isso já significa muito”, disse.

Na mesma publicação, ela detalhou a evolução observada desde a aplicação da polilaminina. Eduarda contou que, em 25 de março, um dia após o procedimento e 66 dias depois do acidente, ainda não conseguia controlar a perna. “Durante todo esse tempo nós tentávamos esses movimentos sem nenhuma resposta. Nesse vídeo, eu e minha irmã tentávamos equilibrar minha perna, mas eu ainda não tinha controle”, relatou.

Já no dia 2 de abril, ela percebeu os primeiros sinais de resposta do corpo. “Foi o meu primeiro movimento. Nesse dia, consegui equilibrar minha perna, mantê-la por alguns instantes e também direcionar para qual lado ela iria cair”, escreveu.

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Um mês depois, os avanços se tornaram mais evidentes. Eduarda relatou que passou a ter maior controle dos movimentos. “Hoje já consigo equilibrar a perna por mais de um minuto, impulsionar o joelho e levar a perna de dentro para fora com um pouco de controle”, celebrou.

Ao refletir sobre a recuperação, a jovem destacou o significado de cada conquista alcançada ao longo do processo. “Movimentos simples, mas enormes. Cada resposta do meu corpo representa esperança, esforço e gratidão. Sou muito feliz por compartilhar meus avanços e por fazer parte desse estudo”, declarou.

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