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Doença do “homem árvore” chama atenção por provocar lesões semelhantes a troncos e galhos

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Parece uma história saída de alguma série médica, mas a Epidermodisplasia verruciforme é, na verdade, uma doença que cria lesões na pele que se assemelham a troncos de árvores. Essa enfermidade é popularmente conhecida como doença do “Homem Árvore” e é uma condição genética extremamente rara que afeta diretamente o sistema imunológico, impedindo o organismo de combater adequadamente o vírus HPV.

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Como consequência, os pacientes desenvolvem um crescimento excessivo de queratina, formando lesões severas que lembram cascas e galhos, principalmente nas mãos e nos pés. Em casos mais graves, as formações podem atingir tamanhos impressionantes, comprometendo a mobilidade e causando dores intensas.

Um dos casos mais conhecidos no mundo é o de Abul Bajandar, que ganhou repercussão internacional após passar por diversas cirurgias para remover quilos de tecido acumulado nas mãos e nos braços. Mesmo após os procedimentos, as verrugas voltavam a crescer rapidamente, já que o vírus permanece presente no DNA das células afetadas.

Atualmente, não existe cura definitiva para a Epidermodisplasia verruciforme. A doença está relacionada a mutações raras nos genes EVER1 e EVER2, responsáveis pela resposta imunológica do organismo ao HPV. Por isso, o tratamento costuma envolver acompanhamento constante e inúmeras intervenções cirúrgicas ao longo da vida.

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Além das limitações físicas, pacientes que convivem com a síndrome também enfrentam desafios emocionais e sociais. O aspecto das lesões frequentemente provoca isolamento, preconceito e dificuldades de convivência, tornando a rotina ainda mais difícil. Especialistas afirmam que casos como esse reforçam a importância de ampliar o debate sobre doenças raras e incentivar pesquisas científicas voltadas para novas formas de tratamento

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