O desaparecimento da menina Zahra Baker chocou os Estados Unidos e a Austrália após uma reviravolta que transformou a própria madrasta da criança na principal acusada do crime.
Zahra tinha 10 anos, usava prótese na perna e aparelhos auditivos após enfrentar um câncer ósseo agressivo na infância. Em setembro de 2010, a garota foi dada como desaparecida pela família na cidade de Hickory, na Carolina do Norte.
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No início das investigações, Elisa Baker e o marido, Adam Baker, afirmaram à polícia que a menina havia sido sequestrada. A versão, porém, começou a desmoronar poucos dias depois. Segundo autoridades americanas, Elisa chegou a falsificar uma carta de resgate para tentar sustentar a história do desaparecimento.
Durante semanas, policiais realizaram dezenas de buscas por diferentes regiões da Carolina do Norte. Em um dos momentos mais chocantes do caso, investigadores revelaram posteriormente que a própria Elisa ajudou as equipes a localizar partes do corpo da criança, mas apenas depois de mais de 50 operações de busca.
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Partes do corpo de Zahra foram encontradas em diferentes áreas próximas à cidade de Hickory. Investigadores localizaram ossos, a prótese da menina e outras partes do corpo, mas a cabeça e diversos restos mortais nunca foram encontrados.
A polícia também apreendeu um serrote que teria sido usado para esquartejar a vítima.
Segundo o acordo judicial divulgado no caso, Elisa afirmou ter encontrado Zahra desacordada no quarto da casa no dia 24 de setembro de 2010. A madrasta alegou ter tentado ajudar a menina antes da morte.
Em 2011, Elisa Baker se declarou culpada pelo assassinato da enteada, além de obstrução da Justiça e outros crimes relacionados a fraude financeira.


